PRATICA DE AUDIENCIA -PAGAN

Prática de Audiências e Redação de Termos para Conciliadores

Data:

14 de março de 2020

Horário:

08:00 às 12:00

Local:

Curso Êxito - Av. Alfredo Ignácio Nogueira Penido, 614. Pq. Resid. Aquarios. São José dos Campos

Tipo:

Investimento: 150,00. Apenas 20 vagas. Ligue: 12 99605-5542 ☎12 3923-2293 📧e-mail: comercial@cursosexito.com.br

Sobre:

Prática de Audiências e Redação de Termos para Conciliadores

Prática de Audiências e Redação de Termos para Conciliadores é um Curso importante para os conciliadores e advogados, pois nele o aluno aprenderá a forma correta de redigir os termos, portanto terá um resultado mais eficaz, ou seja, usará as palavras corretas.

Em primeiro lugar é preciso dominar a escrita e acima de tudo atender as exigências.

Em suma serão abordados os seguintes assuntos:

Como preparação a audiência (pelo advogado e pelo conciliador).
Quem deve comparecer, Por exemplo: partes, advogados ou outros.
Efeitos jurídicos da ausência.
Arquivamento, confissão, revelia, multa e comprometimento da produção da prova.
Quadro comparativo dos diferentes Sistemas, em outras palavras: Cejusc, Juizado Especial, Família e Audiências Cíveis.
Cuidados específicos, acima de tudo
Representação da pessoa jurídica.
Documentos obrigatórios e documentos facultativos.
Contrato Social
Estatuto
Carta de Preposição.
Novas exigências legais e formais, além do o Novo CPC e da Lei 9.099/95.
Vício de representação e seus efeitos jurídicos.
Regularização.
Mais dicas.
Casuística.

Os Conciliadores e mediadores judiciais devem seguir os princípios éticos e as regras de conduta constantes do Código de Ética de Conciliadores e Mediadores Judiciais instituído no Anexo III da Resolução n. 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça, bem como os contidos nos artigos 166 e 170 a 173, do Código de Processo Civil, e nos artigos 2º, 5º, 6º e 7º da Lei de Mediação (Lei n. 13.140/2015).

Os princípios previstos nessas normas são: informalidade, oralidade, confidencialidade, busca do consenso, boa-fé, imparcialidade, independência, isonomia entre as partes, autonomia da vontade, decisão informada, empoderamento, validação, respeito à ordem pública e às leis vigentes e competência. Entre as regras de conduta, destacam-se a necessidade de preenchimento de termo de compromisso antes do início do exercício das atividades de mediador judicial ou de conciliador e a assiduidade nas sessões.

Maiores informações sobre as atividades do Conciliador no site: https://www.cnj.jus.br/programas-e-acoes/conciliacao-e-mediacao/perguntas-frequentes-7/conciliadores-e-mediadores/

https://www.cursosexito.com.br/2019/01/21/quero-ser-um-conciliador-mediador-2/

 

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